Estudantes surdos refizeram prova do ENEM por se sentirem prejudicados pelo intérprete


Em 2014, seis alunos do ensino médio com deficiência auditiva conseguiram na justiça o direito a refazer o Exame Nacional do Ensino Médio, ENEM, por julgarem que o desempenho dos intérpretes de LIBRAS, responsáveis por auxiliá-los na leitura de enunciados e respostas, não foi satisfatório para que os mesmos pudessem realizar a prova a contento.

Os intérpretes, segundo relato dos estudantes, teriam apenas auxiliado com instruções a respeito do preenchimento do gabarito e outras orientações técnicas a respeito do exame. Por terem o português como segunda língua, os estudantes alfabetizados pela Língua Brasileira de Sinais por vezes tiveram dificuldades para interpretar expressões e algumas palavras em determinados enunciados da prova.

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http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2014/07/estudantes-surdos-conseguem-na-justica-o-direito-de-refazer-o-enem.html