Importância da acessibilidade no ensino superior


A UNESP criou, em fevereiro de 2014, uma Comissão Permanente de Inclusão e de Acessibilidade, inserida dentro do Plano de Desenvolvimento Institucional da Universidade, o PDI. Na UNESP, a Comissão que trata do tema é presidida por José Brás Barreto de Oliveira, da Pró-reitoria de Graduação, e conta com 12 integrantes, com representante discente (da Unesp em Presidente Prudente), da Assessoria de Planejamento e Orçamento, da Coordenadoria de Recursos Humanos, da Coordenadoria Geral de Bibliotecas, da Coordenadoria de Saúde e Segurança do Trabalhador e Sustentabilidade Ambiental, do Departamento de Educação Física (Unesp de Presidente Prudente), da Assessoria de Comunicação e Imprensa, da Assessoria Jurídica, da Assessoria de Planejamento Estratégico, do Departamento de Educação Especial da Unesp em Marília e servidor técnico-administrativo do Laboratório de Acessibilidade e Desenvolvimento da FCL/Araraquara.

Uma das principais lideranças no tema, a deputada federal por São Paulo Mara Gabrilli, concedeu entrevista para discutir repercussões do tema e mudanças necessárias para assegurar às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida integração ao ambiente universitário.

Na entrevista, concedida às jornalistas Cínthia Leone e Pamela Gouveia, da Assessoria de Comunicação e Imprensa da Unesp, a legisladora, que é psicóloga e publicitária, destacou os avanços conquistados com a Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, ratificada pelo Brasil em 2008; falou das diferenças no nível de acessibilidade das cidades brasileiras; e afirmou que uma melhoria significativa passa necessariamente pela educação superior. “As faculdades de arquitetura e engenharia devem ter uma disciplina obrigatória de acessibilidade, para que tenhamos profissionais educados para projetar espaços públicos ou privados que contemplem a diversidade humana”, afirmou Mara.

Veja a entrevista completa pelo link

https://www.youtube.com/watch?v=RhfcZ2qfW6Q